Ilustrações e escritos, ficcionais ou não, por Maria Eloise

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Nerak

Das vezes em que me sinto só
Que nem consigo de ti lembrar
É quando me atiro ao pó
Olhando pro céu a chorar

Então vem teu nome e brilha
Ilumina esta mente fraquejante
Tal como bateria ou pilha
Que me faz seguir à diante

Ai, amiga, como te adoro
Como sou grata por te ter comigo
Por amizade mais completa, a Deus não oro

Pra espaço e tempo já não ligo
Nossas almas se unem como irmãs
E preocupações com o eterno se tornam vãs

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