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Mostrando postagens de Outubro, 2014

Minhas recomendações de Halloween

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Primeiramente, uma coletânea de contos do titio Poe, com destaque para "Os dentes de Berenice", "Ligeia", "Nunca aposte sua cabeça com o Diabo" e "O barril de Amontilado".
E, segundamente, um livro com quatro contos do meu querido Lovecraft, o qual me encantou com sua riqueza de detalhes ao mesmo tempo em que me permitiu imaginar formas absurdas.
Boa leitura e kiss no kokoro <3

Minhas unhas pretas

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Devo primeiramente dizer que amo minhas unhas. Amo-as desde que me lembro delas longas e pintadas. Pretas, então, são praticamente meu orgulho feminino. Preto como base e cobertas com uma camada de vermelho sangue. Maravilhosas e compridas satisfazem e muito meu ego. Sinto muito prazer ao vê-las bem feitas por mim mesma. Sinto-me elegante de certo modo.             Por outro lado, sendo tão compridas, conseguem me frustrar. Minhas unhas pretas e longas parecendo garras e, como tais, sentem vontade de arranhar. Para aliviar a ansiedade, podem arranhar minha calça jeans desbotada. Podem me ajudar a endireitar meus cachos como se fossem dentes de um pente. Porém, ultimamente elas têm me frustrado por estarem desejando coisas novas. Arranhar pele que não seja a minha; repuxar cabelos que não os meus.
            Ainda amo minhas unhas. São lindas. Elas me amam porque as deixo lindas. Já nos amamos muito. Minhas pretas e eu queremos conhecer novos amores. Para arranhar e cobrir de vermelho.

Momento In the Dark

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Músicas do canal myuuji, porque Mary também tem seu lado sombrio

Peitos

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Aí do nada eu tenho vontade de escrever sobre os meus peitos. Não seios, não mamas. Peitos. Assim como homens falam grosseiramente. Escreverei sobre esses atributos que me fazem mulher assim com minha vagina.             Por que o espanto? Eu sou mulher. Tenho meus peitos e minha vagina, e todo mundo sabe disso. Tenho meus cabelos compridos e castanhos, minhas unhas longas e pintadas, meus lábios cheios e sensuais, meus quadris e coxas que sugerem uma fertilidade que ainda não tive como comprovar. Como qualquer mulher, tenho meus peitos de mamilos rígidos quando se libertam da prisão do sutiã. Ou quando sinto frio. Ou nos não tão raros momentos em que um estranho calafrio me percorre o corpo. Às vezes até sem motivo algum, trazendo sutil constrangimento para mim e para quem os vê, constatando, pelos dois pontos de destaque na blusa, que estão fora da prisão.             Não sei dizer o tamanho – e não estou falando do número do meu sutiã. Tem vezes em que eles, comportados, cabem direit…